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A economia compartilhada chega ao mercado imobiliário brasileiro. Já consagrado na Inglaterra, França e Holanda, o co-living significa “convivência” em seu sentido literal, e visa ser a moradia que atenda um público cada vez mais acostumado com este estilo de vida, que usa transporte de carro particular por aplicativo, serviços de beleza, compras coletivas e até espaços de trabalho, como os co-workings.

Em um co-living, assim como em um co-working, paga-se um valor fixo adiantado pelo pacote (condomínio, aluguel e IPTU), para morar em um apartamento mobiliado e com disponibilidade de serviços. A possibilidade de convívio e facilidade de integração são características deste tipo de imóvel, além da praticidade contratual na locação, como a não exigência de fiador. Os públicos são variados, porém, em geral, são estudantes das universidades próximas, executivos, expatriados e recém-divorciados, que precisam arrumar rapidamente um local para residir. 

 “Nosso empreendimento vem atrelado a um novo padrão de comportamento da sociedade, em que as pessoas não querem mais ficar presas a nada. Esta é a melhor opção para quem busca ter o conforto de um apartamento, num bairro nobre e a liberdade de poder se mudar quando for necessário, sem ter a preocupação com longos contratos ou um fiador. Os inquilinos valorizam neste projeto as facilidades oferecidas pelos serviços, que são cobrados por sistema payper use, como academia, estacionamento e lavanderia, tornando os valores muito acessíveis”, explica a Diretora da Incorporadora Gamaro, Cecília Rodrigues Maia.

O co-living Projeto Kasa 99 teve um investimento total de R$ 63 milhões e possui 243 apartamentos para locação, a partir de 23m² por unidade, decorados e equipados com: cama, armário, TV, sofá, e uma pequena cozinha com geladeira, micro-ondas, fogão de duas bocas, pia, mesa de refeições e uma varada. Os serviços prestados pelo condomínio visam atender todo tipo de necessidade: TV On Demand, Wi-Fi, portaria 24 horas, estacionamento com manobrista, lavanderia, concierge, academia, solário, restaurante e lanchonete, espaço multifuncional e co-working e são cobrados conforme a necessidade mensal ou avulso. “Uma pessoa que não usa a academia não precisará pagar por ela. Em contrapartida, quem gosta de malhar apenas uma vez por semana, pagará apenas por esta aula. Desta maneira conseguimos oferecer um valor mensal de R$ 1.550,00 por pessoa ou a partir de R$ 2.885,00 em um apartamento. É um valor muito acessível se levarmos em conta o valor de uma locação com aluguel, condomínio e IPTU”, ressalta.

Os co-livings mudarão o mercado imobiliário, por terem custo-benefício melhor que a maioria dos alugueis na mesma região, além de ir de encontro com o estilo de vida deste perfil de consumidor, que talvez não queira se comprometer por tantos meses num mesmo endereço.

 

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